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Os futuros de alumínio caíram abaixo do patamar de $2,600 por tonelada na segunda-feira, 18 de agosto. Este movimento segue a ampliação das tarifas de 50% da administração Trump sobre as importações de aço e alumínio, que agora abrangem centenas de produtos adicionais. Essas tarifas foram implementadas hoje. Além disso, o Presidente Donald Trump indicou que mais medidas tarifárias impactando aço e chips semicondutores devem ser anunciadas nas próximas semanas. Apesar disso, o declínio nos preços do alumínio parece ser contido devido à expectativa de forte demanda e ao aperto nas condições de oferta. Na China, conhecida como o maior produtor mundial de alumínio, a produção é limitada a 45 milhões de toneladas anuais. Essa restrição decorre de uma política governamental introduzida em 2017, visando reduzir a capacidade excessiva e tratar questões ambientais. Ao mesmo tempo, os mercados europeus estão enfrentando restrições de oferta devido a sanções impostas à Rússia, outro grande produtor mundialmente. No que diz respeito à demanda, o otimismo é reforçado pelo projeto de grande escala de uma barragem na região do Tibete, na China, que está prestes a aumentar significativamente o consumo de metais industriais chave.
