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Os futuros de óleo de palma da Malásia permaneceram logo abaixo de MYR 4.500 por tonelada, após ligeiros aumentos na sessão anterior, influenciados por um ringgit mais forte e quedas nos óleos comestíveis concorrentes nas bolsas de Dalian e Chicago. No que diz respeito à oferta, a Malaysian Palm Oil Association indicou um pequeno aumento na produção de óleo de palma bruto para o período de 1 a 20 de agosto, em comparação com o mesmo período de julho. Além disso, dados da UE revelaram uma queda de 34% ano a ano nas importações de óleo de palma, totalizando 352.275 toneladas para a temporada de 2025–26, que começa em julho, destacando regulamentações de sustentabilidade mais rigorosas. No entanto, as perdas foram limitadas devido à demanda constante, já que os inspetores de carga projetaram um aumento de 10,9% nas exportações de óleo de palma da Malásia, atingindo 16,4% de 1 a 25 de agosto. Cues de compra festiva da Índia, o maior importador do mundo, também fortaleceram o sentimento do mercado em antecipação ao Diwali em meados de outubro. Em atualizações comerciais mais amplas, os EUA decidiram isentar importações agrícolas indonésias cruciais, como óleo de palma, de uma tarifa de 19%, enquanto a Malásia afirmou que possui estratégias de contingência para proteger as exportações sob as regulamentações de desmatamento da UE.
