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No segundo trimestre de 2025, o produto interno bruto do Brasil cresceu 2,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Isso marca uma desaceleração em relação ao crescimento de 2,9% observado no primeiro trimestre e está em geral alinhado com as previsões de mercado. Este é o menor índice de crescimento em mais de três anos e destaca os efeitos crescentes das altas taxas de juros impostas pelo banco central, que estão entre as mais altas do mundo em termos reais. A inflação continua pesando fortemente sobre o poder de compra dos consumidores. O setor de utilidades teve uma contração de 4% em relação ao ano anterior, e a indústria não apresentou crescimento. Em contraste, os setores agrícola e pecuário experimentaram um aumento robusto de 10,1%.