Condições de Negociações
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O real brasileiro caiu para além de 5,47 em relação ao dólar americano, aproximando-se de níveis observados pela última vez em meados de agosto, à medida que os mercados se ajustavam em resposta a uma desaceleração acentuada na atividade econômica. O crescimento do PIB do país no segundo trimestre diminuiu consideravelmente, registrando uma expansão de 2,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior — marcando a taxa de crescimento mais lenta em mais de três anos. Contribuindo para essa desaceleração está um declínio significativo no investimento, destacado por uma queda de 2,2% na formação bruta de capital fixo. Essa redução é atribuída à taxa Selic de 15% do Brasil, uma das taxas de juros reais mais altas do mundo, que continua a dificultar a disponibilidade de crédito e a enfraquecer a atividade empresarial. Os formuladores de políticas se comprometeram a manter essa taxa em um nível elevado para estabilizar as expectativas de inflação em torno da meta de 3%. Paralelamente, o dólar americano se fortaleceu à medida que os investidores retornaram após o feriado prolongado, preparando-se para relatórios cruciais do mercado de trabalho que podem influenciar as próximas decisões de política do Federal Reserve.