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Na quarta-feira, o FTSE 100 registrou uma queda após uma alta de dois dias que o tinha levado aos seus níveis mais altos em duas semanas. Este declínio refletiu fraquezas mais amplas observadas nos mercados europeus. A AB Foods sofreu uma queda acentuada de mais de 12% devido a números de vendas decepcionantes da Primark e desafios contínuos em sua divisão de açúcar, o que inquietou investidores. Analistas apontaram o crescimento frágil like-for-like e a falta de orientação futura como preocupações principais, especialmente considerando a contribuição significativa da Primark para os lucros totais. Enquanto isso, a Vistry Group viu suas ações caírem quase 5%, mesmo tendo reportado resultados que corresponderam às previsões e mostraram uma redução na dívida. A empresa alertou que a demanda no setor imobiliário continua vulnerável aos desafios econômicos. Politicamente, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Keir Starmer, tomou medidas para melhorar a supervisão da política econômica, enquanto a Grã-Bretanha retomou as negociações comerciais com a China. No cenário global, um relatório do índice de preços ao produtor dos EUA mais fraco do que o esperado aumentou as expectativas de cortes na taxa pelo Federal Reserve. Os mercados já precificaram totalmente uma redução na próxima semana, com potencial para mais flexibilização ainda este ano.
