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No segundo trimestre de 2025, os custos horários de mão-de-obra na Zona do Euro registraram um aumento de 3,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse aumento foi ligeiramente inferior à projeção preliminar de 3,7%, mas representou uma melhora em relação ao crescimento de 3,4% registrado no primeiro trimestre. O aumento foi impulsionado principalmente por um crescimento de 3,7% nos salários e vencimentos, acima dos 3,5% verificados no início do ano. Além disso, as despesas não salariais, incluindo contribuições sociais e benefícios, aumentaram 3,4%, frente a um aumento anterior de 3,2%. Em diferentes setores, a economia empresarial experimentou um aumento de 4,0% nos custos horários de mão-de-obra, com a construção liderando a 4,7%, seguida pelos serviços a 4,3% e pela indústria a 3,3%. Em contraste, a economia não empresarial apresentou um aumento mais modesto de 2,7%. Entre as principais economias da Zona do Euro, Alemanha e Países Baixos observaram crescimento acelerado dos custos de mão-de-obra, com a Alemanha registrando 3,5%, em comparação aos 2,5% do primeiro trimestre, e os Países Baixos subindo para 6,0%, ligeiramente acima dos 5,9%. Enquanto isso, o crescimento dos custos de mão-de-obra permaneceu estável na Espanha em 3,7%, mas desacelerou na Itália para 3,8%, de 4,4%, e na França para 1,4%, de 2,0%.
