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Em setembro, o dólar canadense se valorizou, ultrapassando 1,38 em relação ao dólar americano, atingindo seu nível mais alto para o mês. Esse aumento ocorreu após dados domésticos que reforçaram as expectativas sobre a abordagem cautelosa do Banco do Canadá em relação à redução das taxas de juros. Embora o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) geral tenha aumentado 1,9% ano a ano em agosto—um pouco abaixo do consenso de 2,0%—as medidas de inflação subjacente, especificamente a média truncada e a mediana, permaneceram próximas de 3,0%. Isso sugere uma inflação subjacente persistente quando excluídos itens voláteis. Esses dados, juntamente com indicações de uma resiliência econômica contínua, sugerem que o Banco do Canadá pode manter uma política monetária mais rígida por um período prolongado. Consequentemente, a probabilidade de um ciclo de afrouxamento rápido diminuiu, com os mercados agora antecipando apenas um corte modesto de 25 pontos-base na próxima reunião, em vez de uma redução mais agressiva. Simultaneamente, o dólar canadense enfrentou menos pressão externa devido a um dólar americano mais fraco, influenciado pelas expectativas de um próximo corte de 25 pontos-base pelo Federal Reserve e de medidas adicionais de afrouxamento ainda este ano.
