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O índice Ibovespa subiu 1,8% para encerrar perto de um novo recorde de 181.919 na terça-feira. Essa alta foi apoiada por uma queda significativa do dólar e pela forte expectativa de que o Banco Central manterá a taxa Selic em 15% em sua próxima decisão na quarta-feira. A taxa de inflação IPCA-15 para janeiro desacelerou para 0,20%, estabilizando as expectativas de políticas de curto prazo, apesar dos preços persistentemente elevados no setor de serviços. Este ambiente de menores rendimentos ao longo da curva de juros local aumentou o interesse dos investidores em ações de bancos e de empresas cíclicas. O Banco Do Brasil teve um aumento de 1,5%, Itaúsa subiu 2,9%, Santander aumentou 3,6%, Bradesco avançou 2,6% e a B3 também melhorou 2,6%. A Petrobras subiu 3% em linha com os preços mais fortes do petróleo, enquanto a Vale ganhou 2,6% apesar da queda nos preços do minério de ferro, aproveitando um cenário de risco mais favorável. Além disso, ações sensíveis a taxas de juros e aquelas ligadas ao mercado doméstico tiveram desempenho superior. A Localiza saltou 4,4%, Cyrela disparou 6,6% e o setor de utilidades viu ganhos generalizados, refletindo as expectativas de que a política monetária rígida persistirá enquanto o processo de desinflação continua lentamente.
