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Os contratos futuros de alumínio no Reino Unido caíram para US$ 3.050 por tonelada, ampliando a correção em relação ao pico de três anos de US$ 3.270 atingido em 28 de janeiro, após notícias de que os Estados Unidos devem reduzir as tarifas sobre o metal. A administração Trump havia planejado diminuir as tarifas sobre o alumínio, que foram dobradas para 50% no ano passado, numa tentativa de aliviar as persistentes pressões de custos para os fabricantes. O esperado corte tarifário deveria melhorar, no curto prazo, a entrada de metal nos EUA, levando os traders a liberar estoques dos armazéns da LME.
Apesar do recuo, os preços do alumínio permaneceram mais altos em termos anuais, sustentados por riscos contínuos de oferta. Na China, projeta-se que a produção se estabilize após as principais fundições do país terem alcançado o limite de 45 milhões de toneladas no ano passado. Os esforços dos produtores chineses para desenvolver capacidade alternativa de fundição na Indonésia continuam enfrentando obstáculos devido aos elevados custos de energia e a incertezas regulatórias. Ao mesmo tempo, os altos preços da eletricidade, falhas de equipamentos e dificuldades para garantir o suprimento de bauxita levaram à suspensão da produção em importantes fundições de outros países produtores, incluindo Islândia, Moçambique e Austrália.
