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Os índices acionistas europeus recuaram nesta segunda-feira, afastando-se dos máximos históricos alcançados na sessão anterior em meio à retomada das incertezas comerciais e ao aumento das preocupações com a substituição de empregos e de demanda causada por IA. O índice STOXX da Zona Euro cedeu 0,3% para 6.115, enquanto o STOXX 600 pan-europeu caiu 0,5% para 630.
Os setores de software e pagamentos estiveram entre os mais fracos. SAP e Adyen recuaram 3,4% e 5,4%, respetivamente, acompanhando as quedas dos seus pares cotados nos EUA, à medida que os investidores passaram a temer que ferramentas de automação por IA cada vez mais sofisticadas possam pressionar a procura futura por serviços de software e de pagamentos.
As fabricantes de automóveis também sofreram pressão depois de a União Europeia ter suspendido a ratificação do seu acordo comercial com os Estados Unidos. A decisão seguiu-se a um anúncio da Casa Branca de que voltaria a impor determinadas tarifas ao abrigo de novas medidas de emergência económica, apesar do acordo comercial firmado no ano passado, motivado por uma decisão do Supremo Tribunal dos EUA que derrubou tarifas específicas por país. BMW, Mercedes-Benz e Volkswagen perderam entre 1,5% e 3%.
Em contraste, a Enel disparou 6,8% após apresentar um novo plano de investimentos e anunciar um programa de recompra de ações no valor de €1 mil milhão.
