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A China definiu sua meta de crescimento econômico para 2026 em 4,5%–5%, um leve ajuste em relação ao objetivo de “cerca de 5%” mantido nos últimos três anos. Ao falar na abertura da sessão legislativa anual nesta quinta-feira, o primeiro-ministro Li Qiang afirmou que o governo pretende manter o dinamismo econômico após cumprir a meta de crescimento de 2025, apoiado por exportações resilientes apesar das persistentes tensões comerciais com os EUA.
Para sustentar o crescimento, Pequim manterá o déficit fiscal em 4,0% do PIB e fixará uma meta de inflação ao consumidor em torno de 2,0%, sinalizando esforços para combater a pressão deflacionária depois de os preços terem ficado estáveis no ano passado em meio à demanda fraca. A estabilização do emprego continua sendo uma prioridade fundamental: o governo planeja criar 12 milhões de empregos urbanos e limitar a taxa de desemprego urbano a 5,5%, a mesma meta estabelecida para 2025.
Além disso, os governos locais poderão emitir CNY 4,4 trilhões em títulos especiais para financiar projetos de investimento. O governo central também emitirá CNY 1,3 trilhão em treasury bonds de prazo ultralongo, igualando a cota do ano passado para reforçar o apoio fiscal.