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O rendimento do título do governo chinês de 10 anos subiu para cerca de 1,79% na quinta-feira, recuperando-se de uma mínima de quase três semanas registrada no início da semana, à medida que os investidores avaliavam a revisão da meta de crescimento do PIB do país. Pequim definiu sua meta de crescimento do PIB para 2026 em aproximadamente 4,5% a 5%, o objetivo mais conservador desde 1991. A projeção modesta ressalta a crescente disposição das autoridades em aceitar um ritmo de crescimento mais lento, à medida que redirecionam a economia para motores mais sustentáveis e reduzem a dependência de investimentos no setor imobiliário e em infraestrutura impulsionados por dívida. Ela também evidencia o reconhecimento, por parte de Pequim, de que o modelo de crescimento que sustentou quatro décadas de rápida expansão está agora sob pressão estrutural crescente. Ao mesmo tempo, espera-se que o déficit orçamentário permaneça em cerca de 4% do PIB, inalterado em relação a 2025, em um esforço para apoiar o crescimento em meio a ventos contrários domésticos e ao aumento dos riscos geopolíticos. A política fiscal deve assumir a liderança na tarefa de estimular a economia, já que a compressão das margens de lucro dos bancos e a fraca demanda por crédito limitam o espaço para novos afrouxamentos monetários.