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A produção industrial do Brasil aumentou 1,8% em termos mensais em janeiro de 2026, a maior alta desde junho de 2024 e bem acima da projeção de mercado de 0,7%. O nível de produção agora está 1,8% acima do patamar pré-pandemia de fevereiro de 2020, embora permaneça 15,3% abaixo do pico registrado em maio de 2011.
A expansão foi disseminada, alcançando as quatro grandes categorias de uso e 19 dos 25 ramos industriais pesquisados. Entre os destaques, a produção de produtos químicos cresceu 6,2%; a de veículos automotores, reboques e carrocerias avançou 6,3%; e a de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis aumentou 2,0%. As indústrias extrativas subiram 1,2%, a metalurgia 4,1%, máquinas, equipamentos e materiais elétricos 6,5%, bebidas 4,1%, produtos de metal 2,3% e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 3,3%.
Em contraste, a produção de máquinas e equipamentos recuou 6,7%, marcando a segunda queda mensal consecutiva e exercendo a principal influência negativa sobre o resultado geral.
Por grandes categorias econômicas, os bens de consumo duráveis avançaram 6,3%, os bens de capital 2,0%, os bens intermediários 1,7% e os bens de consumo semiduráveis e não duráveis 1,2%.
