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O Índice do Dólar dos EUA voltou a subir acima de 100 nesta segunda-feira, alcançando o seu nível mais alto desde maio do ano passado, à medida que tensões geopolíticas persistentes no Oriente Médio sustentaram a demanda pela moeda norte-americana como ativo de refúgio. No fim de semana, o movimento Houthi do Iêmen ampliou sua participação no conflito, ameaçando embarques que passam pelo Mar Vermelho e aumentando as preocupações em relação às rotas globais de comércio. Ao mesmo tempo, o Presidente Trump emitiu novas advertências a Teerã, após sucessivas declarações de autoridades iranianas classificando as exigências dos EUA como irreais.
Os preços do petróleo bruto e de combustíveis refinados ampliaram os ganhos no mês, reforçando as expectativas de que o Federal Reserve possa adotar ou manter uma postura mais hawkish. Havia ampla expectativa de que o Fed mantivesse as taxas de juros inalteradas em sua próxima reunião, já que os principais indicadores de trabalho continuavam a apontar para um mercado de trabalho robusto e pesquisas com empresas privadas destacavam a alta dos custos de energia para os fabricantes.
Os preços mais altos de energia também fortaleceram o apoio ao dólar em relação a moedas tradicionalmente consideradas de refúgio, como o iene e o franco suíço. A condição dos Estados Unidos como grande exportador de energia torna a moeda norte-americana mais atraente em períodos de preços elevados de petróleo e gás, enquanto países importadores de energia são obrigados a comprar dólares adicionais para pagar por petróleo bruto e GNL.
