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Os índices acionistas da Nova Zelândia recuaram 53 pontos, ou 0,4%, para 12.695 no pregão da manhã de terça-feira, estendendo a sequência de perdas para o terceiro dia consecutivo. A queda acompanhou uma sessão em Wall Street majoritariamente mais fraca e encurtada pelo feriado na segunda-feira, à medida que o apetite por risco se deteriorou em meio à disparada dos preços do petróleo e à intensificação das tensões no Oriente Médio, fatores que ofuscaram os tímidos esforços diplomáticos vindos de Washington.
No front doméstico, a ministra das Finanças, Nicola Willis, alertou que a inflação pode subir “muito mais” este ano e permanecer acima da meta de 1%–3% do Reserve Bank of New Zealand, caso os riscos geopolíticos persistam. Os investidores também aguardavam os dados de confiança empresarial de março, depois de o sentimento ter caído para o nível mais baixo em quatro meses em fevereiro, enquanto as atenções se voltavam para a China — o maior parceiro comercial da Nova Zelândia — com a divulgação do índice oficial de PMI prevista para mais tarde no dia.
Setorialmente, ações de bens de consumo duráveis, de minerais energéticos e do setor de saúde pressionaram o NZX 50, movimento parcialmente compensado por ganhos modestos em ações de tecnologia. Entre as principais quedas no início do pregão estavam PGG Wrightson (-1,8%), Ryman Healthcare (-1,5%), Summerset Group (-1,2%) e Channel Infrastructure (-1,0%). Em março, o índice de referência caminha para uma acentuada perda mensal de 7,5%, apagando os ganhos registados em fevereiro.
