Condições de Negociações
Ferramentas
O índice do dólar subiu quase 3% neste mês, tocando 100 e colocando a moeda no caminho para seu desempenho mensal mais forte desde julho de 2025. O conflito em escalada no Oriente Médio, agora em sua quinta semana, abalou os mercados de energia, escureceu as perspectivas para a economia global e desencadeou uma fuga para a principal moeda de reserva mundial. Com Teerã bloqueando efetivamente o Estreito de Ormuz e ameaçando o transporte marítimo no Mar Vermelho, os preços globais de energia dispararam, reforçando o apoio ao dólar, já que os Estados Unidos continuam sendo o maior produtor de petróleo do mundo. Os ganhos do dólar são ainda sustentados pela dissipação das expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano, à medida que voltam a crescer as preocupações com a inflação — apesar da insistência do presidente do Fed, Jerome Powell, de que as expectativas de inflação de longo prazo nos EUA continuam bem ancoradas. Powell observou que a atual postura de política monetária do banco central lhe dá margem para avaliar o impacto econômico da guerra com o Irã, mas os traders tornaram-se significativamente mais cautelosos.