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O rendimento do título brasileiro de 10 anos voltou a ficar abaixo de 14%, recuando de uma máxima de onze meses, à medida que ações agressivas de liquidez no mercado doméstico e uma correção global nos rendimentos soberanos compensaram uma forte reprecificação de risco. No início de março, os rendimentos globais haviam disparado diante de temores de que um conflito prolongado no Oriente Médio e possíveis interrupções no fornecimento de energia impulsionassem a inflação. O tom do mercado mudou, porém, quando os investidores passaram a se concentrar mais nos riscos para o crescimento do que nas pressões inflacionárias imediatas.
Nos Estados Unidos, o rendimento do Treasury de 10 anos recuou de uma máxima de oito meses em meio a sinais de um possível cessar-fogo e da reabertura do Estreito de Hormuz, fatores que ajudaram a derrubar os preços do petróleo. No mercado doméstico, o Tesouro Nacional realizou um recorde de R$ 49,1 bilhões em recompra de títulos para estabilizar a curva de DI futuro, depois que os rendimentos ultrapassaram 14,3%, na esteira da decisão do Banco Central de reduzir a taxa Selic para 14,75% e retirar o forward guidance.