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O real brasileiro se recuperou para perto de 5,15 por dólar, aproximando-se de seus níveis mais fortes desde maio de 2024, vistos pela última vez em fevereiro, à medida que o aumento do otimismo em relação a um possível cessar-fogo no Oriente Médio desencadeou uma correção global do dólar. Depois de sofrer pressão em março em meio a uma intensa aversão ao risco, o real iniciou o segundo trimestre em terreno mais firme, amparado por sinais de que o conflito com o Irã pode estar se aproximando do fim.
Comentários do presidente Donald Trump de que a campanha militar dos Estados Unidos poderia ser concluída em poucas semanas pesaram sobre o índice do dólar e reduziram a demanda por ativos de refúgio. Essas dinâmicas internacionais ofuscaram preocupações domésticas que surgiram após a divulgação do IPCA-15 de meados do mês, que mostrou alta de 0,44% em março, superando as previsões e reforçando as expectativas de que o banco central manterá uma postura de política monetária restritiva.
Embora a taxa de inflação em 12 meses tenha desacelerado para 3,90%, ela permanece acima da meta de 3,0%, oferecendo um pano de fundo hawkish que continua a dar suporte à moeda local.