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Os futuros de açúcar dos EUA recuaram para cerca de 13,6 centavos de dólar por libra, o nível mais baixo desde meados de fevereiro, principalmente devido à expectativa de ampla oferta global impulsionada pelo aumento da produção em grandes exportadores como Brasil, Índia e Tailândia. Os participantes do mercado acompanham de perto o andamento da safra 2026/27 do Brasil, que começou neste mês e já está aumentando a oferta disponível.
Antes disso, os preços globais do açúcar haviam rompido uma tendência de queda que vinha desde março de 2025, disparando após a eclosão do conflito no Oriente Médio em fevereiro. Essa recuperação foi impulsionada pela alta nos preços do petróleo e pelas expectativas de uma demanda mais forte por etanol. Em geral, preços elevados do petróleo tendem a sustentar os preços do açúcar, pois incentivam as usinas a desviar mais cana para a produção de etanol, reduzindo assim a oferta de açúcar no mercado internacional.
