Condições de Negociações
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Os preços ao consumidor na Argentina aumentaram 3,4% em termos mensais em março de 2026, acima dos 2,9% registrados em fevereiro e superando as expectativas do mercado, que apontavam para 3%. Os preços regulados foram o principal motor da alta geral, avançando 5,1% em meio a reajustes nas tarifas de serviços públicos, transporte e educação. A inflação subjacente acompanhou o movimento, com alta de 3,2%, enquanto os preços sazonais subiram 1,0%, já que os maiores custos de turismo e vestuário mais do que compensaram as quedas nos preços de legumes e frutas.
Entre os principais grupos de despesa, educação apresentou o aumento mensal mais acentuado, de 12,1%, em linha com o início do ano letivo. Os preços de transporte subiram 4,1%, puxados por aumentos nos combustíveis, nas tarifas de transporte público e nas passagens aéreas. Alimentos e bebidas não alcoólicas exerceram o maior impacto em todas as regiões, especialmente na Grande Buenos Aires, onde carnes e derivados registraram alta de 6,9%.
Na outra ponta, o grupo de bens e serviços diversos teve o menor aumento, de 1,7%, seguido por artigos para o lar e manutenção, que avançaram 1,3%. A inflação acumulada no ano atingiu 9,4%.
