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O déficit comercial da Colômbia diminuiu para US$ 1,53 bilhão em fevereiro de 2026, ante US$ 1,55 bilhão no mesmo mês do ano anterior. As importações aumentaram 7,8% em relação ao ano anterior, para US$ 5,74 bilhão, impulsionadas por uma alta de 3,2% em bens manufaturados. Dentro dessa categoria, as compras de máquinas e material de transporte dispararam 28,6%. Em contraste, as importações de combustíveis e produtos das indústrias extrativas recuaram 10,8%, enquanto as importações de produtos agropecuários, alimentos e bebidas caíram 2,4%. A China manteve-se como o maior fornecedor da Colômbia, respondendo por 30,5% do total importado, seguida pelos Estados Unidos, com 22%.
As exportações aumentaram 11,4%, para US$ 4,21 bilhão, impulsionadas principalmente por um forte crescimento de 140,8% nos embarques de ouro não monetário e por uma alta de 11,3% nas exportações de produtos agropecuários, alimentos e bebidas. Esses avanços foram parcialmente compensados por uma queda de 6,4% nas exportações de combustíveis e produtos das indústrias extrativas e por um recuo de 6,8% nos bens manufaturados. Os Estados Unidos continuaram sendo o principal mercado de exportação da Colômbia, absorvendo 31,2% do total exportado.
