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Os futuros de milho subiram para US$ 4,67 por bushel, aproximando-se da máxima de um ano de US$ 4,70 alcançada em 19 de março, à medida que o aumento dos custos de fertilizantes e energia ligados ao conflito no Oriente Médio intensificou a pressão sobre a produção. Os preços do petróleo atingiram seus níveis mais altos desde o início da guerra, após notícias de que o presidente Donald Trump está prestes a revisar novas opções militares no Irã, elevando o risco de uma escalada adicional. O aumento dos custos de insumos — incluindo fertilizantes, produtos químicos e diesel para irrigação — está comprimindo as margens de lucro e ameaçando a produtividade dessa cultura intensiva em nutrientes. Em resposta, agricultores em importantes regiões produtoras, dos EUA à Europa, estão reduzindo a área plantada com milho e migrando para culturas que exigem menos insumos, na tentativa de conter despesas. Um suporte adicional aos preços veio da demanda firme por exportações, incluindo novas compras da Coreia do Sul, bem como do clima chuvoso em partes do cinturão do milho dos EUA. O USDA informou que 25% da área de milho nos EUA já foi plantada, superando as expectativas do mercado e a média dos últimos cinco anos, embora as próximas tempestades no Meio-Oeste possam desacelerar o progresso em algumas áreas.
