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Os contratos futuros de alumínio no Reino Unido recuperaram para US$ 3.520 por tonelada, após terem atingido a mínima de três semanas de US$ 3.480 em 29 de abril, impulsionados pelas expectativas de interrupções prolongadas de oferta provenientes do Oriente Médio. O presidente dos EUA, Trump, sinalizou que o bloqueio naval a navios comerciais iranianos que deixam o Estreito de Ormuz permaneceria em vigor por um período prolongado. Em resposta, o Irã fez ameaças a petroleiros e cargas a granel secas na região, interrompendo embarques de alumínio de grandes produtores no Golfo Pérsico. Antes do conflito, os países do Golfo respondiam por 9% da oferta global de alumínio e por quase 25% da oferta fora da China.
Pressões adicionais sobre a oferta surgiram a partir de ataques diretos às maiores refinarias da região, atrasando qualquer recuperação significativa da produção. A planta principal da EGA não deve retornar à plena capacidade por pelo menos mais um ano, enquanto as operações da ALBA, no Bahrein, foram suspensas. A disparada nos preços do gás natural também elevou os custos de refino. Ao mesmo tempo, dados robustos de atividade manufatureira na China reforçaram as perspectivas de demanda por alumínio.
