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Os contratos futuros de óleo de palma da Malásia recuaram para abaixo de MYR 4.450 por tonelada, estendendo a tendência de baixa iniciada no começo de maio e atingindo o nível mais baixo em um mês. O sentimento do mercado foi pressionado pelo fortalecimento do ringgit e pela fraqueza dos óleos vegetais concorrentes nas bolsas de Dalian e Chicago. Os contratos acumulam queda de cerca de 2,2% até agora nesta semana, pressionados pela demanda mais fraca do principal comprador, a Índia.
Dados da Solvent Extractors’ Association of India, sediada em Mumbai, mostraram que as importações indianas de óleo de palma caíram 26% em abril em relação ao mês anterior, atingindo o menor nível em quatro meses. A demanda institucional fraca e a recente alta de preços, que reduziu o desconto do óleo de palma em relação aos óleos concorrentes, desestimularam os processadores a aumentar as compras.
Os indicadores de exportação para maio foram mistos: a AmSpec Agri estimou uma queda de 10,8% nos embarques, enquanto a Intertek reportou um aumento de 8,5%. Agora, a atenção dos traders se volta para uma próxima cúpula em Pequim entre o presidente dos EUA, Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, na qual se espera que o comércio agrícola permaneça como um tema central.
