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Os contratos futuros de açúcar nos Estados Unidos recuaram para cerca de 15,6 centavos de dólar por libra, afastando‑se das recentes máximas de cinco meses próximas de 15,9 centavos de dólar, à medida que o aumento da produção do principal produtor, o Brasil, pressionou os preços. Em 27 de março, a entidade setorial Unica informou que a produção acumulada de açúcar do Centro-Sul na safra 2025–26, de outubro até meados de março, aumentou 0,7% em relação ao ano anterior, para 40,25 milhões de toneladas métricas (MMT). As usinas também ampliaram a parcela da cana destinada ao açúcar para 50,61%, acima dos 48,08% registrados no mesmo período do ano anterior.
Nos últimos dias, o mercado tem se mostrado altamente sensível aos movimentos dos preços do petróleo bruto em meio à crise no Oriente Médio e às mudanças nas expectativas sobre como as usinas brasileiras irão alocar a produção na próxima moagem. A consultoria Safras & Mercado projeta que a produção total de açúcar do Brasil pode recuar para 40,3 milhões de toneladas na safra 2026/27, que começa em abril, ante 43,5 milhões de toneladas no ciclo anterior, à medida que as usinas desviam mais cana-de-açúcar para a produção de etanol em resposta aos preços elevados do petróleo.