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Os contratos futuros de óleo de palma da Malásia subiram mais de 2%, para acima de MYR 4.500 por tonelada, estendendo os ganhos recentes e atingindo o nível mais alto em uma semana. O sentimento do mercado foi sustentado por um ringgit mais fraco, contratos mais fortes de óleo de palma em Dalian e um Chicago soyoil mais firme. Os preços do petróleo bruto também registraram forte alta, já que os esforços para encerrar a guerra entre os EUA e Israel com o Irã pareceram estagnar, aumentando as preocupações com possíveis interrupções na oferta e impulsionando o complexo mais amplo de óleos comestíveis.
Os ganhos foram limitados, porém, pela fraca demanda de exportação. A AmSpec Agri Malaysia informou que os embarques na primeira metade de maio caíram 16,5% na comparação mensal. As preocupações com a demanda persistiram após os dados de atividade de abril na China, um importante comprador, apontarem para uma perda de dinamismo. Na Índia, o maior consumidor mundial, as importações de óleo de palma caíram 26% em abril em relação a março, para o menor nível em quatro meses, pressionadas pela menor demanda institucional e pela redução do desconto em relação a óleos vegetais concorrentes.
Separadamente, a Malásia reduziu seu preço de referência do óleo de palma bruto para junho, mas manteve inalterada a taxa de exportação em 10%.
